Ford KA, tentativa de homicídio
Enviado pelo autor, Rio de Janeiro-Capital
Por André Luiz
Vianna de Souza, líder de módulo, gerência de tecnologia
C.E.G. - Cia. Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2585-7116 (21) 2556-8362
Infelizmente, mais uma vez, venho a público reclamar e informar que a Ford não tem a menor preocupação com a vida dos seus clientes.
Em Junho/Julho de 2003, adquiri um FORD KA, zero quilometro, em um distribuidor autorizado. Foi este o meu erro. O carro desde sempre apresentou problemas de dirigibilidade tendo sido trocada, duas vezes, a caixa de direção, ou seja o carro novo já está na sua terceira caixa de direção. Obviamente, só conseguia a solução para esse problema quando apelava para denúncias públicas, caso contrário eram infindáveis e insolúveis discussões com a fábrica.
Ocorre que, no dia 21/3/2005, ao retornar do trabalho para casa, fazendo uma curva à direita com o carro, a direção prendeu no sentido da curva que estava fazendo. Com muito custo e força, consegui desfazer a direção e alinhar o carro. Porém, adiante, em outra curva, desta vez para a esquerda, a direção novamente travou. Nas duas ocasiões tiver que ser hábil o bastante para não colidir com outros carros. Como estava perto, levei, a duras penas, o carro até a porta de minha casa, aonde estacionei e chamei imediatamente o serviço Ford Mobility, uma vez que não tinha como levar o carro, totalmente sem dirigibilidade, para lugar nenhum, arriscando ainda mais a minha vida e a de outras pessoas.
Solicitei à Ford que verificasse o automóvel, pois o defeito era o mesmo e autorizasse o serviço em garantia. O distribuidor diagnosticou que o problema era novamente a caixa de direção e o joelho da coluna de direção. Ou seja, para mim, tudo se trata de direção e como o carro nunca colidiu, nem de leve, não vejo outra explicação que não seja erro de projeto ou vício oculto. A Ford não autorizou o serviço em garantia alegando que o mesmo estava há nove meses fora da garantia (1 ano Jun/2003 à Jul/2003), embora o Ford Mobility cubra até 3 anos. Pergunto: O carro tem mobilidade? Tem, para uma tentativa de homicídio da Ford com o seu cliente.
Fiquei imaginando a seguinte situação: Eu, minha esposa e meu filhinho, de apenas 13 dias de vida, neste automóvel assassino, dessa montadora assassina e irresponsável, fazendo uma curva à 80 Km/h ou 90 Km/h, numa via expressa, como por exemplo a linha vermelha no Rio de Janeiro.
Não, realmente não vale pena insistir neste carro, nem nesta marca. Mas, depois de me livrar deste carro assassino, o que vai, ainda me incomodar é gastar dinheiro para consertá-lo, de um defeito de fábrica, para poder vende-lo (pobre do comprador...) sendo que ainda nem acabei de pagá-lo, pois financiei em 24 meses e só termina em Junho/2005.
Cuidado pessoal: A Ford não só é a pior marca em termos de manutenção...a Ford pode matar você.
Nota do editor.
Não é intenção do Jornal dos Amigos de difamar ou desmerecer qualquer marca presente no mercado. Nosso trabalho é de utilidade pública. Mas já tivemos a oportunidade de criticar a Ford quanto ao quesito gestão, por ocasião do episódio do estouro do pneu de uma Ranger, em que teve como resultado a morte do filho de Maria Alice da Silva, uma leitora de Brasília. Existem duas áreas que não funcionam na Ford: a área de comunicação e a administrativa. Até quando? E quanto isso representa em custos para a manutenção de imagem da Ford e advogados nos tribunais?
O que nos preocupa é
que André Luiz irá vender seu carro e o próximo proprietário
terá sua vida também em risco...
Fama do EcoSport chega à Argentina
Abaixo transcrevemos, no idioma original, carta da leitora Luciana Minassian, da Argentina, relatando seu problema com o EcoSport, da Ford. Será que a marca pretende provocar um genocídio com seus veículos?
10 dezembro, 2004
Soy Luciana Minassian, lo que les cuento me
paso en la vida real andando en una EcoSport.
El dia 11 de octubre de 2004 a las 12:30 hs
estaba en el Country (Club de Campo Armenia) dirigiendo la camioneta EcoSport
de mi padre. Circulaba a 20 Km, que dentro del club es la velocidad máxima
(todos los niños juegan en las calles). El club no tiene lomo de burro,
asi que de imprevisto el carro hizo un giro para izquerda como si un neumatico
hubiera estallado y comenzo a caer para su lado izquerdo, pero en ese lugar
hay cesped que se va elevando en forma de lomada, aproximadamente 70 cm .
Esa lomada detuvo el vuelco y enderezo el auto, que quedo rodando sobre el
cesped, y donde este se acaba el auto se detuvo. El airbag se abrio y despues
explotó.
Cuando inicialmente el auto se fue hacia la izquerda, me quebre mi brazo (hueso
cúbito). Tuve que ser intervenida para reparar el hueso, me colocaron
una placa marca Synthes, y el doctor dijo que por el golpe mi hueso estaba
estallado.
Cuando vino el auxilio mecanico para llevar el vehiculo al concesionario (
Viel automotores) levantaron la camioneta y habia piezas sueltas. Tengo esas
piezas en mi poder, que son las que KEKO hace para la fijacion del monoblock
, porque son redondas y salieron debajo de las ruedas. 51 DIAS estuvo la camioneta
varada en Viel Automoteres, sin respuesta del concesionario ni de Ford , no
me ofrecieron un auto muleto ni una reparacion.
FORD ARGENTINA mando 2 veces al mismo perito a revisar la camioneta, quien
dijo que el auto habia tenido un golpe y por eso se habia desarmado... Y aunque
esta en garantia, porque fue comprada en abril de este año, no se hace
cargo de los gastos que tiene mi camioneta fallada.
HECHA LA DENUNCIA A DEFENSA DEL CONSUMIDOR, tampoco se avinieron a ofrecer
un arreglo pertinente.
COMO NO ME DIERON UNA SOLUCION, LO UNICO QUE
PUEDO HACER ES PEDIRLES A TODOS UDS. QUE LO DIFUNDAN Y LO REENVIEN A SUS CONOCIDOS,
ASI NADIE VUELVE A SUFRIR TANTO PERCANCE CON UN CERO KILOMETRO QUE NI CHASIS
TIENE.
LUCIANA MINASSIAN
DNI 23 864 924
Direção da Ford brasileira compromete a marca
Segundo o jornal "Hoje em Dia" de Belo Horizonte-MG (30 outubro, 2004), desde que a primeira geração do modelo Ford Explorer foi lançada em 1990, foram registrados muitos casos de capotamento em conseqüência de mudanças bruscas na direção do veículo, como as que ocorrem quando o motorista desvia, rapidamente, de um animal que invade a pista. No final década passada o problema foi agravado com incidentes em que pneus -da marca Firestone- do veículo simplesmente estouravam. Ao todo, foram registrados mais de 750 acidentes relacionados com o fato e mais de 100 mortes.
A Ford americana, para se livrar da fama que o veículo ganhou, investiu em soluções técnicas avançadas para solucionar o problema. Uma das soluções importantes é a suspensão traseira independente, em substituição ao conjunto com eixo rígido. A nova geração ainda apresenta rigidez torcional 350% superior à do modelo antigo e, para evitar chance de capotagem, a Ford adotou o controle eletrônico de estabilidade Advance Trac.
O modelo Explorer 2005 importado para o Brasil não é dotado desse controle eletrônico. Segundo um técnico da Ford brasileira, "pesquisas realizadas pela montadora mostraram que, para o mercado nacional, não há necesidade desse disipositivo". O sistema Advance Trac é ofertado nos EUA, como um opcional, pelo custo aquivalente a R$ 2.280 (US$ 795). Para um veículo que tem um custo aproximado de R$ 205 mil não ter esse sistema de segurança obrigatório -dado ao histórico de ocorrências com o modelo- é no mínimo insensatez.
Ford volta a arranhar sua imagem
30 setembro, 2004
Em relato desesperador, Maria Alice da Silva, de Brasília, teve seu filho morto em acidente com veículo Ford, uma pick-up Ranger que estourou pneu dianteiro e capotou no dia 15 de janeiro de 2001. Sua revolta contra a marca é pelo descaso à vida humana. Ela acusa a Ford de ter matado seu filho, o que é discutível, pois a empresa não fabrica pneu. É uma montadora que utiliza componentes de várias marcas. Essa poderia ser a defesa da Ford.
No entanto, nossa visão é que se os gestores da Ford tivessem uma outra postura de solidariedade à família, assumindo custos decorrentes do acidente, como o funeral do filho e transporte do veículo sinistrado, esses sairiam como investimentos na qualidade total da marca e não gastos. Teria sido melhor que a omissão, a frieza e as artimanhas comerciais. Faça sua avaliação examinando a representação ao Ministério Público que fez Maria Alice e seu marido.
Ford na berlinda
Enviado pelo autor, Rio de Janeiro-RJ
Por André Luiz Vianna
de Souza
E-mail: dedeco@ceg.com.br
Surpresa agradável? Cuidado, nem todas
as surpresas são boas. Foi o que
aconteceu comigo ao comprar um Ford Ka 2003 zero Km, em julho. O carro já
saiu
do distribuidor com a direção "puxando" para o lado
esquerdo. Achei que fosse somente calibragem e a direção também
tinha pouco "retorno" após fazer curvas. Aguardei, calibrei,
rodei com o carro. Decidi rodar um pouco mais com o carro para ver se melhorava
e nada.
Com 1.900 Km parei o carro no distribuidor
BARRAFOR para verificar esse item e aproveitei para reclamar o escapamento
oxidado (já saiu do distribuidor assim) e outras pequenas coisas. Diagnóstico:
Caixa de direção defeituosa. Tem que trocar.
Me falaram para remover o carro e voltar depois para trocar a peça
quando a Ford enviasse. Achei muito legal a Ford me falar para rodar com um
carro (que deveria ser novo) com a caixa de direção defeituosa!
Me contactaram e retornei à BARRAFOR para a tal substituição. Disseream que fizeram e alinharam, era só eu pegar o carro. Peguei e me pediram para ter paciência com a direção, em relação ao retorno, pois a caixa era nova. Nada. A direção continuou puxando para a esquerda, mas o retorno melhorou, só que surgiu outro problema maior: Barulho de roda solta na suspensão dianteira, principalmente do lado direito.
Quanto às outras reclamações,
nem deram atenção e o escapamento falaram que é normal,
e eu até acho que é depois de algum tempo, mas não sair
da loja assim. Levei, pela 3ª vez o carro à BARRAFOR, agora preocupado
pois além de não sanarem o problema, criaram outro e ainda mais
perigoso. Fui pegar o carro e nada. Todos os problemas continuavam iguais,
acrescidos de pequenos aborrecimentos como alguns
acabamentos plásticos arrancados. Antes levar o carro, nesta 3a vez,
liguei para o 0800 da FORD e pedi um acompanhamento, que foi nenhum, pois
eles sequer entraram em contato com o distirbuidor para saber sobre o andamento
do atendimento.
Liguei novamente para o 0800 da Ford e abri
outra reclamação e eles me orientaram, mais uma vez, a levar
o carro no mesmo distribuidor ao que me recusei, e eles me indicaram outro:
BESOURO. Pois bem, levei o carro na BESOURO na quinta-feira (13/11/2003) e
o distribuidor deu prazo de 24 horas, mas na sexta-feira (14/11/2003), fui
informado pela BESOURO que, apesar dos esforços, desmontagem da caixa
de direção (??? Não será melhor jogar tudo fora?
Afinal já é a 2ª caixa de
direção, teóricamente nova) nada adiantou e nos testes
o carro continua
apresentando o mesmo problema. Só que dessa vez me orientaram, de forma
mais prudente e coerente creio eu, a não retirar o carro.
Liguei para o 0800 da FORD solicitando o carro
reserva e fui informado que não teria
direito, só se o carro tivesse sido removido pelo FORD MOBILITY, ou
seja,
rebocado por eles. Me lembrei do caso da ECOSPORT cujo motor caiu e eles
também não deram carro reserva nem o seguro porque o motorista
foi hábil e
controlou o carro no momento em que o motor caiu e portanto não houve
sinistro.
Conclusão: É MELHOR SE ARREBENTAR
NO CARRO DA FORD PARA, DEPOIS
QUE SAIR DO HOSPITAL, TER DIREITO A "CARRO RESERVA" (QUE COM CERTEZA
NÃO
SERÁ DA MARCA FORD) E UMA INDENIZAÇÃO MILIONÁRIA!
Seguindo o "slogan" da fábrica:
"Deixe um Ford surpreender você", mas cuidado pois a supresa
pode ser muito DESAGRADAVEL...
Obs.: Daqui a pouco o "slogan" vai mudar para: "Deixe um Ford
MATAR você".
Novamente o Ecosport
Enviado
pelo autor, São José dos Campos-SP
A minha "melhor compra do ano", apresentou, desde o
primeiro dia de uso, uma terrível falta de potência
Por Elcio Correa
E-mail:
elcio@accorrea.com.br
Infeliz dia, em que, ao ler
uma material sobre a queda do motor de uma Ecosport de um consumidor do Rio
Grande do Sul (veja edição
anterior), não dei a devida importância, achando que isso
fosse um fato raro e isolado. No meu caso, também optei pela "melhor
compra do ano" segundo a propaganda. Uma Ecosport XLS 1.6, completa,
a qual equipei com todos os acessórios disponíveis.
A minha "melhor compra do ano", apresentou, desde o primeiro dia
de uso, uma terrível falta de potência. Para se ter uma idéia,
não havia sequer condição de transpor uma lombada.
Encaminhada à um concessionário
autorizado, foi constatado que havia problemas sérios. Ddurante o processo
de descoberta do defeito, começou o desmanche.
As peças foram retiradas de uma outra Ecosport zero Km, e no método
tentativa e erro, trocaram o módulo de gerenciamento eletrônico,
o painel de instrumentos, o miolo de contato. Ainda assim, não identificado
o problema, continuaram até desmontar o motor quase por completo. Após
3 dias, a Ford determinou ao concessionário que substituisse o motor.
Detalhe: não comprei um carro zero Km
para ser desmanchado (conforme fotos anexas) e remontado por um concessionário.
Sendo assim, solicitei que fosse substituído o veículo por um
novo, solicitação essa que está sendo postergada pela
Ford com as mais indecentes propostas, como por exemplo, a extensão
da garantia por mais seis meses.
Após 10 dias sem solução, me sinto lesado, sem resposta,
e sem o carro, ficando com inveja do consumidor gaúcho que conseguiu
desfrutar por 2.800 km da sua "melhor compra do ano".
Passado 1 mês de dores de cabeça, estou cumprindo meus direitos
de consumidor, tornando público mais um caso de desrespeito ao cliente,
comprovando e alertando aos futuros compradores que não se trata de
um caso isolado.
Não comprei um carro zero Km para ser desmanchado... |
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O Jornal dos Amigos conseguiu entrar em contato com a mulher do sr. Elcio Correa na sexta-feira (17). Ela informou que a Ford já havia feito contato para uma possível troca do veículo.
Americano acaba com sua saúde
comendo em fast food por um mês
Enviado por Anselmo Machado, Belo Horizonte-MG
Fonte: Redação
Terra
23 janeiro, 2004
Em um experimento que durou 30 dias, o americano Morgan Spurlock, de 33 anos, se alimentou exclusivamente com comida da lanchonete Mc Donald's. Ele fazia diariamente três refeições com Mc alimentos (nos EUA a rede Mc Donald's oferece também dejejum). Trinta dias depois, ele estava mais pesado, seu colesterol tinha ultrapassado os limites e seu fígado ficou maior. Ele também sofreu dores de cabeça, depressão e problemas sexuais, de acordo com o site do jornal The Sun.
"Meu corpo basicamente se sentiu mal e eu fiquei destruído", disse o produtor de documentários de Nova York. Ele filmou o experimento para uma rede de televisão americana. Foram necessário dois meses para sua recuperação.
O médico Daryl Isaacs, que o monitorou acompanhado de um gastroenterologista e um cardiologista, contou que nenhum deles imaginava que a deterioração seria tão grave.
O Mc Donald's se manifestou dizendo: "Consumidores podem obter refeições balanceadas escolhendo entre as opções do nosso cardápio".
McDanado de sanduíche!!!
Enviado por João Luiz Marinho, Brasília-DF
Para quem gosta do McDonald's, aprenda com a dica do texto a seguir
Por
Sândor
E. Castro
Tel/Fax: (61) 343-6991
15.10.2003
Eu sempre tive curiosidade de saber o que significavam
aquelas plaquetas que eles colocam na fila de sanduíches. Darei esse
esclarecimento.
Trabalhei no McDonald's nos EUA por oito meses como chapeiro até chegar
a gerente em 1987. Todos os sanduíches têm validade de dez minutos.
Vencido prazo, devem ser jogados no lixo especial para contagem ao final do
expediente. Em função de estudos feitos pela saúde pública
americana, juntamente com o McDonald's, vencido o prazo até completar
vinte minutos, o sanduíche fica com a textura modificada, principalmente
as carnes, e com a temperatura abaixo da exigida. Vinte minutos após
o preparo, entra em processo de decomposição ou alteração
por bactérias.
Os gerentes têm uma quota máxima mensal suportável de
sanduíches jogados fora. Ultrapassada essa quota, eles perdem pontos
na avaliação mensal feita com todos os funcionários e
pode até perder o emprego. Esse critério existe para que eles
sejam eficientes na avaliação em relação à
quantidade da clientela nas filas e o número e tipo de sanduíches
que ele próprio deve pedir que sejam feitos, evitando assim o desperdício.
A responsabilidade pelas feituras é dele e não deve ficar com
os chapeiros. Por aí vocês têm uma idéia de o porquê
existir sanduíches vencidos ainda sendo entregues para os clientes.
Vou dar uma dica. Para quem não sabe, atrás de cada grupo de
sanduíches prontos no balcão, existe uma plaquetinha de metal
com um número. O número da plaquetinha é exatamente o
número correspondente à validade. Exemplo: se os sanduíches
foram feitos às 12h00, a plaqueta atrás do grupo deve conter
número 2, o que quer dizer que eles valem até às 12h10.
Se foram feitos às 13h25, a plaqueta deve conter o número 7,
significando que eles valem até às 13h35 e assim por diante.
O macete é multiplicar o número da placa por 5.
Por coincidência, ontem fui com meu filho e minha esposa no McDonald's
da QI-11 Lago Sul e em função da minha reclamação,
que é usual nos McDonald's de Brasília, e depois da ameaça
de chamar a saúde pública e efetuar denúncia no PROCON,
quase todos os sanduíches foram para o lixo, e sem contestação
ou argumentos por parte do gerente. Sugiro nunca pedir pelo delivery.
Pode chegar podre! Na dúvida e no balcão, peçam o sanduíche
Grill. Assim eles terão que fazer o seu na hora.
Telemar cobra por tentativas de ligações
Enviada por Karmen Molina, Belo Horizonte-MG
É mesmo verdade. Alertado pela mensagem de um amigo com credibilidade suficiente para que eu lesse tudo, somado ao fato de já ter horror à Telemar, liguei ontem de noite para a companhia e fiz a pergunta clara e diretamente à atendente. Ela nem titubeou para me dizer que a Telemar cobra pelas tentativas de ligação. E disse mais: perguntada sobre desde quando a empresa vem fazendo isso ela foi lacônica: "sempre cobrou". Ou seja, dando ocupado ou não havendo ninguém em casa, você paga. E ponto.
Hoje, liguei pra Embratel para checar. E, como eu sempre achei que fosse, antes de ler sobre essa absurda prática que a Telemar vem adotando, a Embratel só cobra se a ligação for completada. Testem vocês mesmos, se ainda houver dúvida. Vocês já sabiam disso? Eu não.
Relato de outra vítima da Telemar
De uns tempos para cá, quando ia fazer um interurbano, passei a utilizar
o 31, ou seja, a Telemar. Quando recebi a conta deste mês percebi que
uma determinada ligação que havia feito, se repetia seguidamente
com diferença apenas de segundos, no máximo um minuto. Liguei
para a Telamar para perguntar o que havia acontecido, pois eu já sabia
que as ligações por mim feitas foram devido a várias
tentativas que fiz, tendo em vista não haver ninguém em casa
quando efetuei as ligações. A atendente informou-me então
que a cobrança do pulso mínimo era devido a ligação
ter sido completada, pois o que não houve foi a conversação.
Perguntei então, caso o número para o qual estava ligando estivesse
ocupado, se também seria cobrado o pulso mínimo. Obtive resposta
positiva.
Pasmem! A Telemar cobra a ligação mesmo quando o número
que você está chamando dá sinal de ocupado ou ninguém
atende, pois, segundo a corja de ladrões, a ligação foi
completada, o que não houve foi conversação. Para terminar
perguntei se todas as operadoras agiam da mesma forma e a atendente disse
que sim.
Liguei então para a Embratel para saber se eles procediam da mesma
forma e foi-me dito que não, que minha ligação só
seria cobrada caso fosse completada, ou seja, se alguém do outro lado
da linha atendesse a ligação. Não satisfeito liguei para
a Anatel e lá fui informado que o procedimento da Telemar é
absolutamente impróprio e que deveria fazer uma reclamação
formal na Telemar. E após isso ligar de novo para a Anatel comunicando
o nº da ocorrência. Liguei de novo para a Telemar para registrar
a ocorrência, porém desta vez pediram-me para aguardar 24 horas
para receber uma resposta. Agora estou aguardando. É a primeira vez
que vou pedir para que espalhem para todos os seus amigos esta mensagem. E
por favor, não façam 31.
Música
de fundo em arquivo MIDI (experimental):
"Insensatez",
de Tom Jobim
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cada vez mais um jornal cidadão
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